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"Os Piratas" em estreia na Mealhada
13 Out 2017, 00:00
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A “Caixa de Palco” vai apresentar o seu primeiro espetáculo profissional de Teatro no Cineteatro Messias, na Mealhada.

Marta Pires, Alexandre Santos e Gonçalo Babo são três jovens com formação em teatro e juntaram-se em Coimbra para a criação da “Caixa de Palco”, um projeto itinerante que parte de obras recomendadas aos alunos do 2º Ciclo para, através da representação, lançar o desafio ao público adolescente a refletir sobre várias temáticas. “Os Piratas”, baseado na obra de Manuel António Pina, é o nome do primeiro espetáculo, em estreia no palco do Cineteatro Messias da Mealhada no dia 13 de outubro, às 21h30.

“Este projeto surgiu da necessidade de procurar criar o nosso posto de trabalho, o que não é fácil nesta área e nesta região, levando o teatro mais longe e a mais gente”, explica Marta Pires, de 29 anos, 10 deles dedicados à formação e à prática teatral.

A “Caixa de Palco” vai inicialmente trabalhar com um público infanto-juvenil, “porque é nesta faixa etária que acreditamos que começa o interesse na área da cultura, e se fomentarmos esta prática desde os mais pequeninos até aos mais velhos, num futuro próximo o impacto pode ser diferente. A “Caixa de Palco” começou comigo, depois juntou-se o Fernando Alves que é um amigo, e nosso produtor e mais tarde juntaram-se a nós o Alexandre Santos e o Gonçalo Babo, que fazem parte do elenco”, referiu Marta Pires, licenciada pela Escola de Artes e Design de Caldas da Rainha.

Para Alexandre Santos, foi motivador entrar na “Caixa de Palco”, “aceitei com facilidade este desafio, vamos a sítios menos comuns, vamos a escolas de todo o país que nos queiram acolher, o que é um fator que me influenciou”.

Os próximos meses serão de intensa atividade, “temos já muitas solicitações, falta apenas fechar datas, mas temos contatos com várias escolas para apresentar este espetáculo no 2º ou 3º período escolar. Depois da estreia na Mealhada, vamos estar em Albergaria, no dia 17 de outubro, na nossa estreia oficial nas escolas e a partir dessa data vamos andar pelo país fora”, acrescentou Marta Pires.

Em relação à adaptação da obra de Manuel António Pina, “Os Piratas”, o texto representa um desafio profissional, “fazemos a nossa própria adaptação, dinâmica e diversão, que nos permite chegar mais próximo de um público mais jovem, o que nem sempre é fácil, queremos também divertirmo-nos em palco e assim conseguir transmitir melhor aquilo que queremos a estes alunos. A ideia é conseguir aliar-nos aos professores, facilitando o entendimento da obra e fomentarmos esta questão da cultura e do teatro. Existe muito aquela ideia que o teatro é uma seca, nós queremos contrariar essa ideia e dar a conhecer um outro tipo de teatro onde eles podem intervir. Existe essa particularidade, os miúdos podem intervir no próprio espetáculo, podendo divertir-se e no final dizerem isto foi espetacular e queremos voltar a ver teatro”, explica Marta Pires.

“Para além de ser possível interagir com as crianças, no final vamos ter um momento para nos colocarem questões sobre o texto, sendo que este texto não é propriamente fácil porque tem 2 realidades: a realidade do sonho e da vida real. Queremos desvendar isso pouco a pouco para dar a entender o nosso ponto de vista dessa situação. A nível pessoal vai ser um desafio muito maior do que eu estava à espera”, refere Alexandre Santos, de 20 anos, com curso de teatro feito no Colégio de São Teotónio.

Com “Os Piratas” começa a aventura da “Caixa de Palco”, “mas ainda é cedo para falar no que já está pensado, temos a pretensão de fazer mais coisas, a ideia original do projeto é não só ficarmos pelo público infantil, mas pelo menos uma vez por ano apresentar um espetáculo para público em geral e não só o infantil. São ainda coisas que estamos a avaliar, só depois de apresentarmos “Os Piratas” nas escolas e perceber a rentabilidade que isto nos dá é que conseguimos projetar o que vem a seguir. Mas a “Caixa de Palco” não tem de todo a intenção de ficar por este projeto, a ideia será anualmente apresentar um espetáculo para as escolas e a par disso outra representação para público em geral”, são as expetativas de Marta Pires.

Este espetáculo tem uma vertente interativa, fazendo um apelo à presença de toda a família, “quem nos compra o espetáculo não são as crianças, mas sim os professores e as escolas que entendem que é do interesse na aprendizagem dos alunos. A realidade é que temos que agradar a todos. Este trabalho é específico para um público estudantil, em concreto alunos do 2º ciclo, mas está adaptado para que seja funcional para mais novos ou mais velhos. Por isso na divulgação dizemos sempre que é um espetáculo de família, não pensem que vão fazer só um favor aos filhos, vão para se divertirem todos”, garante Marta Pires.

 

 

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